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domingo, 13 de setembro de 2026

 

STF: Crise do Supremo abala economia, sequela eleição e causa descrédito internacional

ROBERTO MONTEIRO PINHO

O Supremo Tribunal Federal (STF), vem criando a exemplo de outras fases da República, embates corporativos entre seus titulares. O histórico político do país, já protagonizou insegurança jurídica, desde os presidentes, Floriano Peixoto (1891-1894) quando aposentou compulsoriamente quatro ministros – quase um terço do Tribunal – entre 1892 e 1893. Getúlio Vargas, ainda como chefe do governo provisório, reduziu de 15 para 11 os ministros do STF, e em seguida aposentou compulsoriamente seis dos que restaram.

No período da ditadura militar foi instituído o Ato Institucional (AI) nº 2, de 1965, aumentando de 11 para 16 o número de ministros nomeados pelos governos civis, como reação a sucessivos habeas corpus concedidos a opositores do regime. Em 1969, com base no AI-5, três ministros foram aposentados compulsoriamente e outros dois solicitaram aposentadoria, temendo ser cassados. Restaurada a composição com 11 ministros, que ora tumultuam a a estabilidade republicana.

Olhando oh radar do momento que o Supremo atravessa, é bom frisar que jamais houve uma ação penal contra ministros, ou foram iniciados processos de impeachment de seus titulares pelo Senado. Por sua vez, a posição de funcionar como juiz da licitude da conduta de seus membros, ou de vê-los tornados réus.

 

O papel ruidoso da imprensa

 

Esse articulista, avalia que é temeroso afirmar que ocorrera alguma punição severa aos envolvidos. Indico aqui, a superveniência dos episódios quando                                                  em 1910, o então Ministro Marco Aurélio, foi o único que votou vencido, contra a instauração do chamado inquérito das fake news – aberto de ofício e distribuído sem sorteio pelo Presidente Dias Toffoli ao Ministro Moraes.

 

A oposição e a imprensa, fez ser conhecido como (inquérito do fim do mundo). Por essas e outras, capitaneado pelas ocorrências na Corte, avalio ser quase impossível prosperar uma ação penal no “Supremo, contra o Supremo”.

 

Os ministros alinhados a Alexandre de Moraes – Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, Gilmar, atuado, trabalham em defesa do colega. No julgamento, a que tudo indica, e possível que a maioria seguirá o parecer do procurador-geral Flávio Gonet, que se manifestou pelo arquivamento do caso. Em seu parecer, aponta que o ministro André Mendonça se antecipou ao plenário quando investigou Moraes de ofício.

 

O episódio provocou manifestações de juristas, ex-ministros, e opinião expressa da Professora e doutora em Direito Constitucional, Ana Laura Barbosa que vem se propões a defesa um código de conduta para o STF recuperar sua credibilidade.

 

Os casos Master e do INSS/Eleitores não são influenciados

 

O presidente do STF, Edson Fachin, negou um pedido de Moraes para que André Mendonça fosse julgado na mesma sessão que ele na terça-feira (15). O Ministro negou, e marcou a análise do caso de Mendonça para o próximo dia 23. Na mesma tônica, tirou das mãos de Mendonça a petição n°16.662, que informa o procedimento que investiga se Moraes firmou um contrato milionário para proteger Daniel Vorcaro. Diligente pediu para a PF se manifestar sobre o estado dos dados brutos extraídos do celular de Vorcaro.

 

O presidente do STF também pediu para Mendonça remeter a ele as investigações do Master e do INSS sem deixar claro se o manterá na relatoria desses casos no futuro. Segundo pesquisa divulgada pela Datafolha, para 76% dos brasileiros, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) possuem poderes excessivos.

 

O levantamento veio em meio à maior crise institucional da história do Supremo. O Datafolha também revelou que a maioria dos eleitores do País não mudou ou não irá mudar seu voto nas eleições presidenciais após os recentes escândalos envolvendo ministros do Supremo.

 

O Estado Democrático e de direito deve ser respeitado

 

O fato é que a credibilidade do Judiciário está ligada à sua interlocução as demandas sociais, contempladas com decisões justas e imparciais. A prática escorreita dos juízes, especialmente na Suprema Corte, é necessária para dar a credibilidade do sistema. Decisões isoladas, autoritária e tendenciosas nodoam a justiça como um todo. O problema das decisões monocráticas, que podem levar a um protagonismo individual e à falta de transparência.

 

A fundamentação adequada, baseada em normas e precedentes, é essencial para garantir a legitimidade das decisões judiciais. A sociedade pugna por um Judiciário forte, independente e transparente, garantidor da proteção do estado democrático de direito, liberdade de expressão e da Imprensa

 

Roberto Monteiro Pinho - Jornalista- escritor/Imagem: Internet.

sábado, 11 de julho de 2026

 

JUSTIÇA: Aspectos Econômicos e barreiras do livre acesso ao judiciário

                                                                                                              ROBERTO MONTEIRO PINHO

Ascender ao judiciário pela porta da frente se prende ao elevado valor do processo. A demanda esbarra em dois principais empecilhos para o acesso à justiça. Isso se agrava no Brasil devido a uma péssima distribuição de renda, se constituindo ao limitador do acesso à justiça, e à cidadania como um todo, devido a injusta desigualdade econômica.

No período que servi o meu país, ocupando uma cadeira no Judiciário do Trabalho, jamais admiti pendencias processuais, tendo correspondido aos princípios da celeridade, e correta conduta na condução dos jurisdicionados. Vale registrar que neste preambulo pautei essa conduta de acordo o ensinamento da Convenção Europeia para a Proteção dos Direitos Humanos e Liberdades Fundamentais, que em seu art. 6º, parágrafo 1º, reconhece “que a Justiça que não cumpre suas funções dentro de ‘um prazo razoável. “

Esse procedimento judicial necessário à solução de uma lide, na maioria dos países, possui custos normalmente elevados e que são necessariamente pagos pelos autores, acrescidos dos honorários advocatícios e custas judiciais. A despesa individual, os honorários advocatícios, que representam a esmagadora proporção dos altos custos do litígio, são agravados por conta dos honorários dos advogados.

O Brasil e o breu da negligencia ao direito social

Lembro aqui, o sistema Americano, que não  obrigaos demandantes responder pelos honorários do advogado da parte vencedora. Nos países que adotam o princípio da sucumbência (como é o caso do Brasil) – a menos que o litigante em potencial esteja certo de vencer -, a penalidade é duas vezes maior e pode inibir o litigante em potencial de ingressar em juízo, já que, se vencido, além de arcar com os honorários do seu advogado, terá que pagar os honorários da parte contrária. Enfrentar a Corte americana é infinitamente mais acessível do que os nossos tribunais.

Não se pode olvidar que, ao autor, cabe o pagamento das custas de distribuição, as provas que desejar produzir (perícias, diligências, etc.), acrescido do preparo de recursos, em seguida ficando distantes, face seu preço, da parte menos favorecida economicamente. No Brasil esse modelo é conhecido como provimento.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Projeto de Florença, coordenado por Mauro Cappelletti, foi constatado que em determinados países, o custo do litígio aumenta na medida em que baixa o valor da causa, chegando ao absurdo de na Alemanha, pela justiça comum, uma pequena causa de valor não superior a US$ 100, mesmo que somente utilizada a primeira instância, custa US$ 150, enquanto uma ação de US$ 5.000, em duas instâncias, teria o custo de US$ 4.200.

A equação, perversa, tem destinatário certo: para indivíduos menos favorecidos, ou seja: o trabalhador, consumidor, o morador dos conjuntos habitacionais e das favelas. Esse grupo hipossuficiente são exatamente aqueles que, por sua condição social, mais fragilizados se encontram, mais vulneráveis frente ao domínio de grupos econômicos e dos poderosos, e mais dependentes, portanto, de uma inapta e distante atuação do Estado para resguardar os seus interesses.

A duração do processo –Respeito a Cidadania

Em países de judiciários ágeis, as causas levam em média três anos para se tornarem exequíveis, mesmo assim é considerado, cenário desalentador. Essa delonga eleva consideravelmente as despesas das partes, pressionando os economicamente mais fracos a abandonarem suas causas, ou aceitarem acordos por valores infinitamente inferiores aqueles a que teriam direito.

O processo é um instrumento Republicano para a efetiva e concreta atuação do direito de ação. Se caracteriza essencial para a extirpar das situações que impedem o pleno desenvolvimento da pessoa humana e a participação de todos os trabalhadores na organização política, econômica e social do país. A morosidade processual desajusta o eixo da paz social e igualitária sob todos aspectos. Colide como sistema econômico e social. E nesse sendero, que advogados estão cada vez mais propondo ações de negociação extrajudicial para acordos.

A morosidade do processo está ligada à estrutura do Poder Judiciário e ao sistema de tutela dos direitos. Para que o Poder Judiciário tenha um justo funcionamento, necessário se faz, dentre outros, que o número de processos seja compatível com o número de juízes que irão apreciá-los. A desigual quantidade de processos acumulados por um juiz prejudica não só a celeridade da prestação da tutela jurisdicional, como também a sua essencial qualidade. Esse e outros temas são criticados na minha obra, Justiça Trabalhista do Brasil (Edit Topbooks).

A morosidade gera descrença na justiça, empobrece o Estado e fere a imagem dos magistrados. Isso é patente do momento em que o cidadão toma conhecimento da sua lentidão, das angústias e dos sofrimentos psicológicos trazidos por ela. A Convenção dos Direitos Humanos e Liberdades Fundamentais, em seu art. 6º, parágrafo 1º, garante que toda pessoa tem o direito a uma audiência equitativa e pública, dentro de um prazo razoável, por um tribunal independente e imparcial. Ainda, a Constituição Federal Brasileira, em seu art. 5º, § 2º, afirma que “toda pessoa tem direito de ser ouvida com as devidas garantias e dentro de um prazo razoável...”

Entraves Sócio–culturais

As limitações causadas em razão do estatus social a que pertence o cidadão, a grande parte da sociedade não conhece e não tem condições de conhecer os seus direitos. Quanto menor o poder aquisitivo do cidadão, menor o seu conhecimento, acerca de seus direitos e menor a sua capacidade de identificar um direito violado e passível de reparação judicial; além disto é menos provável que conheça um advogado ou saiba como encontrar um serviço de assistência judiciária.

A linguagem do direito, até mesmo as mais elementares, se constituem em barreiras pessoais que necessitam ser superadas para garantir o acesso à justiça. A complexidade das sociedades faz com que mesmo as pessoas dotadas de mais recursos tenham dificuldade para compreender as normas jurídicas. Destaco aqui o fato de que a maioria das pessoas desconhecem até mesmo direito elementares, coomo a simples postura abrupta nas abordagens policiais, quase sempre manietadas pela estupidez do agente.

No ensino de Horácio Wanderley Rodrigues, são três os pontos principais de estrangulamento. Neste aspecto em primeiro lugar a falência da educação nacional, o descompromisso dos “meios de comunicação” com a informação, e por fim, a quase inexistência de instituições oficiais encarregadas de prestar assistência jurídica prévia ou extraprocessual, que atuariam informando e educando a população sempre que surgissem dúvidas jurídicas sobre situações concretas.

Saliente-se que quanto mais pobre é o cidadão, mais difícil é o seu contato com um advogado, não só porque em seu círculo de relações quase não existem profissionais desta área, mas também porque, ele reside, quase sempre, muito distante dos bairros onde funcionam os escritórios de advocacia e os tribunais. Finalmente, quando os pobres conseguem algum acesso à justiça, correm o risco de tê-la muito precária, como exemplo, temos a assistência judiciária que tem seus serviços, muitas vezes, deficientemente prestados, negligenciados e destratados.

Fatores Psicológicos

Um outro ponto importante diz respeito à disparidade que surge quando um litigante habitual se defronta com um litigante eventual. Esta distinção se verifica entre indivíduos que frequentemente estão em juízo com aquele que nunca, ou poucas vezes, sentou-se perante um juiz. Segundo o professor Galanter, as vantagens dos habituais são inúmeras: “1) a maior experiência com o direito possibilita-lhes melhor planejamento do litígio; 2) o litigante habitual tem economia de escala, porque tem mais causas; 3) o litigante habitual tem oportunidades de desenvolver relações informais com os membros da administração da justiça; 4) ele pode diluir os riscos da demanda por maior número de casos; e 5) pode testar estratégias com determinados casos, de modo a garantir expectativa mais favorável em relação a casos futuros”.

Pode-se concluir que dá menos problemas mobilizar as empresas no sentido de tirarem vantagens de seus direitos, o que, se dá exatamente contra aquelas pessoas comuns que são mais relutantes em buscar o amparo do sistema judicial,

O aspecto psicológico deve necessariamente ser considerado. As pessoas menos favorecidas economicamente de alguma forma temem os advogados, os juizes e os promotores. Os juízes são vistos como seres superiores e, os advogados como ‘pessoas em que se deve confiar desconfiando’. 

A maioria das pessoas tem receio de estar em juízo, seja por decepção com o resultado de alguma ação em que estivesse envolvida ou tivesse interesse, ou por temerem represálias ao recorrerem à justiça, ou ainda, represálias da própria parte adversária.

Para o brasileiro, o Poder Judiciário, é inacessível, não é confiável e não faz justiça.

Imagens: Internet

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Mentoria na Área da Comunicação Jornalística, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Juiz do Trabalho -TRT1-Rio de Janeiro. Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Titular de Portais, Sites, Blogs e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial, Correspodente - Forbes Brasil, Evolucionnews, Acionista da TV a Cabo: USBRAZILTODAY, Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra: ” Justiça Trabalhista do Brasil” (Edit. Topbooks), e dos e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade”,  “Manual da Emancipação”, “15 Anos com Helio Fernandes, Programa CONEXAONEWS – 525 TV MAX HD e TVCONEXAONEWS – YUTUBE.

CF- DA LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO E DA INFORMAÇÃO

Art . 1º É livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um, nos têrmos da lei, pelos abusos que cometer.





quarta-feira, 18 de março de 2026

 

ELEIÇÕES: O financiamento milionário das campanhas eleitorais

 ROBERTO MONTEIRO PINHO

Em 19 de dezembro de 2025, o Congresso Nacional aprovou o Relatório final do orçamento de 2026 (PLN 15/25), prevendo despesas totais de R$ 6,5 para refinanciamento da dívida pública.

No pacote financeiro, a despesa extra com o Fundo Eleitoral de R$ 5 bilhões. (Uma reserva com dinheiro público para financiar as campanhas de 2026.)

A CONTA DE TODOS

O eleitor, refém paga a conta, é obrigado votar, e ainda se vê traído por parlamentares que praticam estelionato Eleitoral, eis que tradicionalmente muitos não cumprem com as promessas de Campanha.

São meros discursos de militância e embates teatrais, entre parlamentares. Meramente decorativos. Tudo em nome de uma ideologia que não existe na prática e sequer no pomo moral dos políticos e no contexto da sociedade.

INSANO E IMORAL

A gula política quer mais. Emendas somaram outros bilhões, distribuídas entre os parlamentares. Num total de 7.180 Emendas individuais e coletivas.

(...) O POVO REFÉM DE UM SISTEMA, INSANO E VIRIL

1. CONSTANTES GOLPES FINANCEIRO;

2. MANIPULAÇÃO;

3. A PRESTAÇÃO DE CONTAS AO TSE NUNCA FECHA*.

Números de 2025 revelam um alto repasse aos principais partidos conforme segue:

PL. R$ 79.917.576,60;

PT. R$ 58.428.498,89;

UB. R$ 46.992.995,05.

*A prestação de Contas está prevista no art. 17, inciso III, da Constituição Federal, e no art. 32 da Lei dos Partidos Políticos e na Resolução n° 23.604/2019 do TSE.

ULTRAJE

Ao que tudo indica existem as leis e normas, mas sem a transparência e lisura das agremiações políticas, que somam um total de 37.

ESSA BENESSE PÚBLICA É UMA MALDIÇÃO BRASILEIRA, OCASIONADA PELO FUNDO PARTIDÁRIO, QUE ALIMENTADA AS FALCATRUAS DOS PARTIDOS POLÍTICOS COM REPRESENTAÇÃO NO C0NGRESSO. TUDO AO SABOR DOS "MUI AMIGOS."

Vamos entender a diferença entre Fundo Partidário e Fundo Eleitoral.

O primeiro foi criado pela Lei n° 4.740/65, (Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos) com objetivo de manter os partidos políticos.

Já o Fundo Eleitoral é destinado às campanhas, que cobre todas despesas administrativas dos partidos e ainda financia campanhas.

Roberto Monteiro Pinho

Jornalista e analista político

anicomunicacao@gmail.com

 


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 

ROBERTO MONTEIRO PINHO

ELEIÇÕES: Pesquisa da Apex aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) a frente do presidente Lula da Silva (PT) 

(...) Com o prestigio em “queda livre”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato a reeleição, está com alta taxa de desaprovação do seu governo.

O governo ligou o alerta. O Instituto Futura, em parceria com a Apex, divulgou na sexta-feira (23/1) nova pesquisa de intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. O levantamento aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em três dos seis cenários de primeiro turno avaliados. 

O levantamento também simulou disputas de segundo turno. No embate direto entre Flávio Bolsonaro e Lula, o senador venceria com 48,1% contra 41,9%. Outros 8,9% disseram que votariam branco, nulo ou em nenhum, e 1,1% não souberam ou não quiseram responder.

A expectativa fica por conta do resultado da Paraná Pesquisas, que divulgará na próxima quinta-feira (29/1) seu primeiro levantamento de 2026 com as intenções de voto para a Presidência da República. O trabalho de campo começará neste domingo 25 e terminará na quarta 28. A sondagem projetará dois cenários de primeiro turno. Em um deles, os entrevistados escolherão entre Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). Serão 2.080 entrevistas, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Enquanto navegavam soberbos no "já ganhou", os petistas foram surpreendidos. A noticia impactou o grupo governista, já combalidos pela confirmação da pré-candidatura à presidência de Flavio Bolsonaro (PL). Com os indicadores apontando para cima, o filho do ex-presidente, desde então, vem tendo êxito nas articulações, e ganha fôlego para vencer as eleições ainda no primeiro turno. Mesmo com as atenções voltadas para uma pesquisa da Quest divulgada em dezembro de 2025, que colocava Lula a frente, (estagnado), o petista perdeu a referência eleitoral.

Esquerda governista pega de surpresa

É visível que o coletivo petista apostaria em miopia eleitoral, sob o silêncio do STF, por onde acreditam "tomariam a reeleição", frase que assombra a eleição de Lula. Todavia, podem tropeçar na fidelidade do novo presidente do TSE, um dos ministros indicados por Bolsonaro. A partir de junho, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kássio Nunes Marques assumirá a presidência do TSE pelo período de um ano. O vice dele será o colega do Supremo André Mendonça, que a partir de 2027 se tornará presidente do órgão.

Analistas políticos da ala governista, comemoravam com base em pesquisa anterior, apostando que um potencial segundo turno contra Lula (PT), Flávio Bolsonaro perderia por 45% a 38%, com brancos, nulos e indecisos somando 17%,conforme divulgou a Quest. No outro lado do tabuleiro, a direita já projetava (uma margem que poderia ser suplantada por Flávio). As projeções dos institutos foram divulgadas no dia 20 de janeiro (terça), mas no detalhe, não acusam nos nos números das perdas de Flávio.

Analisando a pesquisa de 20 de janeiro, no cenário de confronto direto entre Lula e Flávio testado pelo Ideia, o presidente teria 39,7%, contra 27,5% do senador. Enquanto a Quaest trabalha com vários cenários, quase todos com Lula e Flávio. As projeções menos otimistas, até mesmo de cardeais do PT, avaliam que se Flávio ou Lula chegar 48% do total de votos, com esse percentual decide a eleição. 

A análise partir dos dados da Quest, revela o alto índice de indecisos na pergunta espontânea. Nela, 68% dos entrevistados não souberam indicar um candidato. O dado é alarmante, e foi revelado há menos de 15 dias. Fica a pergunta: afinal para onde irão esses votos? 

Esse analista, fez uma varredura de campanhas anteriores, foi detectado, que a alavancagem, com um nome já pavimentadado (base), como no caso do filho de Bolsonaro, a tendência (salvo a infelicidade de um fato negativo no curso da campanha), é o de manter a posição de liderança nas pesquisas. A partir de agora os marqueteiros de Flávio e do seu partido o PL, precisarão estar atentos as investidas insanas dos petistas, cuja pratica é de desconstrução da candidatura do opositor.

Líderes mundiais decidem as eleições em todo planeta

Analistas internacionais, na área econômica, estão debruçados nos gráficos de surpreendente popularidade de Flávio e perda de espaço de Lula. Os marajás do capital já apontam a possibilidade de a direita voltar ao poder, com esmagadora vitória nas eleições de 4 de outubro. De toda forma, apesar da distância das eleições, restam as composições e fechamento da grade partidária para as candidaturas. O quadro total das candidaturas até a data limite poderá sofrer alterações nas composições, inclusive nas pré-candidaturas a presidência.

Por sua vez, ávidos investidores que apostam pesado em campanhas, tradicionalmente usam a estratégia de apoiar financeiramente candidaturas. Segundo fonte do mercado financeiro, “empresários que priorizam ‘verba de campanha’, estariam reservando um percentual maior para Flávio Bolsonaro”. Esse primeiro andar das finanças está influenciado do fato que ele melhor se identifica com este segmento.

Na lupa da eleição, as alianças que influenciam o comércio global e moldam o futuro da economia mundial, estão com os “olhos” voltados para as eleições deste ano no Brasil. Por essa razão o alerta do Planalto reside justamente no fato de que esses líderes mundiais,são os que decidem as eleições em todo planeta. 

Flávio está crescendo com afagos da direita

O núcleo central da direita, ancorada no punjante agro brasileiro, já sinalizou que não apoiará a esquerda. Isso vem em resposta as constantes declarações do presidente, cujas críticas, são contundentes e excludentes. Além de proteger a economia, os blocos da direita, fortalecem relações políticas e diplomáticas, criando pontes entre governos que compartilham valores e desafios. No tabuleiro eleitoral, as fichas dos poderosos estão sendo compradas.

Essa cooperação liberal facilita a criação de políticas públicas unificadas, combate a práticas ilegais e estimula soluções conjuntas para crises regionais. A integração política funciona como sustentação do desenvolvimento econômico e da paz entre nações. Investir em candidaturas garante apoio estatal e contribui para a estabilidade do segmento. Um detalhe: discreto universo do petrodólar, não se conecta com as redes sociais.

Hoje, um novo cenário que preocupa a esquerda. Há mais de vinte blocos e alianças reconhecidos, com diferentes níveis de integração. Nos últimos anos, surgiram megablocos formados por países economicamente poderosos. Eles ampliam a competição internacional e redefinem prioridades econômicas. Sua formação demonstra como a disputa por influência global está em constante evolução. Esses blocos tendem a moldar o futuro das negociações comerciais. E nele, Lula não conseguiu se integrar, sequer consegue ionteração. É tido como "persona non gratia".

Esquerda fragilizada/A extrema direita em crescimento:

“Lula está sem foco, reticente e limitado a trocadilhos e chacotas”

Com o mesmo discurso populista de duas décadas, mesclado com trocadilhos e chacotas, Lula não mais convence o eleitorado. A política de resultados é o principal objetivo do eleitor. O petista anda enfadonho, seus rompantes, contempla apenas sua claque, abastecida pelos “dividendos” dos cargos públicos. Muitos acreditam que a ingestão constante de bebida alcoolica vem debilitando o presidente.

Os números de popularidade da última pesquisa, não convencem. Eis que o presidente ainda não encontrou, a fórmula ideal para impactar sua reeleição. Os dados são medíocres, e refletem sua palaciana administração, acrescidas das constantes gafes com a diplomacia mundial, eis que o presidente, se comporta a nível desprezível e não confiável.

Bem lembrado o cientista político holandês Cas Mudde, citado entre os autores mais influentes da área no momento, fala em “ultradireita” — porém a divide em dois grupos: “extrema direita” e “direita radical”.

Para o autor, o que separa esses campos não é a agressividade do discurso ou a rigidez das propostas, como supõe o senso comum. A diferença, segundo o autor de “A Extrema Direita Hoje” (2019) e “Populismo: Uma Brevíssima Introdução” (2017), está na postura diante da democracia. A extrema-direita, na visão do holandês, rejeita a democracia em si — não aceita eleições, a alternância política ou limites no exercício do poder.

Alianças, apoio, e o caso Master

Na quinta-feira (15/1), Flávio reafirmou em bom som, que seguirá na disputa presidencial de outubro. Sublinhou que a decisão é de caráter irreversível.  Por sua vez o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em conversa reservada com a família, descartou qualquer cenário de substituição. “É uma coisa sem volta”, afirmou, ao sustentar que não há “outra possibilidade de candidatura” em discussão. 

A declaração foi feita em Brasília, após visita ao pai na Superintendência da Polícia Federal, horas antes da transferência dele para cela especial na Papudinha. A informação salpicou as redes sociais e os jornalões deram manchetes. Tem sido constante o tom debochado dos ancoras de plantão,calinhados com a esquerda narco, não expõe "cara de bons amigos"

O fato é que Flávio vem alcançando apoio político com seu discurso. O senador também tratou de desarmar ruídos internos. Fez referência do entendimento com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o acerto ecoou no primeiro andar do Centrão. Segundo o próprio Flávio, o “movimento em curso é de convergência em torno de seu nome”.

The Economist: "A quebra do Master envolve polítcos e juízes"

No apagar das luzes de quinta-feira (15/1), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag, (empresa sediada em São Paulo), que vinha atuando sob o nome de CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. O caso trouxe outro desgaste para a administração do presidente Lula. As notícias criam um ambiente de incerteza, vista pelo eleitor como flagelo do sistema financeiro nacional, e ainda pelo fato dos atores envolvidos serem tentáculos da esquerda e dos petistas.

O escândalo do Banco Master, do golpista CEO Daniel Volcaro ganhou destaque em uma reportagem sob o titulo "A quebra de um banco brasileiro envolve políticos e juízes". A publicação na concetuada revista The Economist, aponta as "ligações entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e pessoas relacionadas, o que reforça a imnpressão entre os eleitores brasileiros de que a Suprema Corte do país carece de imparciualidade".

Para quem não sabe, essas DTVM, chegaram no mercado no “boom financeiro dos anos 70”, pegando carona nos Bancos da época: (Bradesco, Lavoura, Real, Unibanco, Itaú, Boa Vista, entre outros que dominavam o mercado com suas carteiras de títulos e ações. Segundo comunicado (se não apagaram do sistema) divulgado no site do BC, a ''decretação da liquidação extrajudicial foi motivada por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN (Sistema Financeiro Nacional) ”.

Fraude do INSS com o Irmão de Lula na cena do crime

Como se não bastasse a densa atmosfera em solo palaciano, apadrinhados e até parente (irmão) do presidente Lula, trouxeram para o cenário político, uma enxurrada de falcatruas praticadas pelos sindicatos. A criminosa operação revelou um grande golpe contra aposentados do INSS, em um esquema que aplicava descontos em benefícios. no pomo do poder, Lula provou o gosto amargo da fraude, vendo o DNA do seu irmão Frei Chico", no escandâlo do INSS. O ator é vice-presidente de uma das entidades, que mais arrecadaram com os inescrpulosos descontos de aposentados, o Sindicatoto Nacionacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi).

O presidente Lula, foi diretamente afetado. No entanto tenta a seu jeito, aplacar os danos ao governo, com  retóricas, dizendo que "o esquema começou sob Bolsonaro e foi desbaratado pela PF na gestão petista". No entanto, como mostrou o Portal Metrópoles, “os repasses às entidades suspeitas explodiram durante o atual governo. 

Além disso, algumas entidades têm ligação com políticos da sigla. Entre elas, está a Contag, que "acumulou R$ 2 bilhões entre 2019 e 2024, com com descontos de aposentadorias, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU)." É mais uma falcatrua na conta política de Lula. Equanto coletivos em resposta, publicam nas redes sociais, a partir de retóricas e fake midiáticos, tentam desconstruir o efeito do crescimento da direita com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

A fraude...

Aproveitando a necessidade de atualização de informações dos beneficiários, os criminosos faziam abordagens por telefone, e-mail ou mensagem por celular para obter indevidamente dados pessoais. E convenciam os aposentados a contratarem falsos empréstimos consignados ou mesmo adiantamento fictício do 13º salário. Hoje o déficit com o pagamento de aposentadorias e pensões dos trabalhadores da iniciativa privada, servidores públicos federais e militares registram crescimento real de 60% nos últimos nove anos

Para aplacar o dano a candidatura de Lula, o Governo Federal até a semana passada, atingiu a marca de R$ 2,84 bilhões pagos no termo do acordo de ressarcimento a 4,1 milhões de aposentados e pensionistas que sofreram descontos associativos indevidos. Diga-se um valor distante do total a ser resssarcido, que por sua vez, de alguma forma não isenta Lula e a esquerda do crime praticado.

Imagens: Internet.

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Analista Político, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Mentoria na Área da Comunicação Jornalística, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central  Geral dos Trabalhadores – CGT, Juiz do Trabalho -TRT1-Rio de Janeiro. Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Titular de Portais, Sites, Blogs e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial, editor da revista Evolucionnews, Acionista da TV a Cabo: USBRAZILTODAY, Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra: ” Justiça Trabalhista do Brasil” (Edit. Topbooks), e dos e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade”, “Manual da Emancipação”, Programa CONEXAONEWS – 525 TV MAX HD e TVCONEXAONEWS – YOUTUBE.

CF- DA LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO E DA INFORMAÇÃO

Art . 1º É livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um, nos têrmos da lei, pelos abusos que cometer.

 



quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

 

BANCO MASTER:

AS VÍSCERAS DO GOLPE FINANCEIRO. QUEM PAGA A CONTA? .


"Aquilo que o homem ignora, não existe para ele" - Ainstein.

O rombo financeiro é um bólido, que pode derrubar o governo Lula, afastar ministros do ST, e jogar a esquerda no fosso das eleições deste ano

(...)
O caso Master não é o primeiro no cenário financeiro nacional.

I - O ROMBO DO GRUPO DELFIN.

Em 1970 o país já governado por militares, protagonizou o "Golpe Político de 64", passou por um traumático rombo financeiro, causado pelo empresário Ronald Guimarães Levinsohn, dono da Delfin, a maior caderneta de poupança do pais. O dano financeiro lesou 3,5 milhões de pessoas.

Para atenuar a ira dos investidores, um primeiro acordo fez com que Levinsohn em 1982, pagasse ao Banco Nacional da Habitação (BNH) uma dívida de Cr$ 60,8 bilhões (a moeda da época era o cruzeiro).

II - REFLEXO NO MERCADO DE CAPITAIS/A FALÁCIA DELFIN NETO- MINISTRO DA FAZENDA

Na época eu era, Operador da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O trauma fez o mercado de capitais "derreter", causando efeito "dominó". e fez o governo tomar medidas econômicas traumáticas, durante a "década de 70", até 1982.

No núcleo do esbulho, o artífice econômico do Golpe de 64, foi o ministro da fazenda Delfin Neto. Para o leigo, ele vendeu o sonho do "Milagre Econômico", e deixou um endividamento público que sufoca o país até os dias atuais.

III - MASTER & DELFIN, “ALMAS GÊMEAS” DO ROMBO FINANCEIRO

No caso Master, na pirotecnia do empresário estavam alinhados os militares-governo-judiciário legislativo, o próprio sistema financeiro e atores investidores.

Todos conectados na constelação dos belicosos negócios. Um complicador veio a cena - foram descobertas contas numeradas (sigilosas) de 8.667 brasileiro, todas abertas no HSBC da Suíça.

O rombo do Banco Master está se desenhando, tal qual ocorreu em "70". E o prejuízo vai para conta do Fundo Monetário Internacional (FMI), e ganhará a chancela de dívida pública externa, a que popularmente conhecemos como "Dívida Externa".

É preciso estar atento às manobras insalubres do governo. As denúncias do "envolvimento de ministros do STF não é mero detalhe".

Imagem: Internet
                 
https://www.instagram.com/reel/DS37Zd_DZ2C/?igsh=MTRmNWZtazRqaW02Mw==

Núcleo de Conteúdo: ANIBRPress/Agência Senado/Imagens: Internet

@robertomonteiropinhooficial

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Mentoria na Área da Comunicação Jornalística, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Juiz do Trabalho -TRT1-Rio de Janeiro. Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Titular de Portais, Sites, Blogs e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial. Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra:” Justiça Trabalhista do Brasil” (Edit. Topbooks), e dos e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade”,  “Manual da Emancipação”, Programa CONEXAONEWS – 525 TV MAX HD e TVCONEXAONEWS – YOUTUBE.

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