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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 

ROBERTO MONTEIRO PINHO

ELEIÇÕES: Pesquisa da Apex aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) a frente do presidente Lula da Silva (PT) 

(...) Com o prestigio em “queda livre”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato a reeleição, está com alta taxa de desaprovação do seu governo.

O governo ligou o alerta. O Instituto Futura, em parceria com a Apex, divulgou na sexta-feira (23/1) nova pesquisa de intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. O levantamento aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em três dos seis cenários de primeiro turno avaliados. 

O levantamento também simulou disputas de segundo turno. No embate direto entre Flávio Bolsonaro e Lula, o senador venceria com 48,1% contra 41,9%. Outros 8,9% disseram que votariam branco, nulo ou em nenhum, e 1,1% não souberam ou não quiseram responder.

A expectativa fica por conta do resultado da Paraná Pesquisas, que divulgará na próxima quinta-feira (29/1) seu primeiro levantamento de 2026 com as intenções de voto para a Presidência da República. O trabalho de campo começará neste domingo 25 e terminará na quarta 28. A sondagem projetará dois cenários de primeiro turno. Em um deles, os entrevistados escolherão entre Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). Serão 2.080 entrevistas, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Enquanto navegavam soberbos no "já ganhou", os petistas foram surpreendidos. A noticia impactou o grupo governista, já combalidos pela confirmação da pré-candidatura à presidência de Flavio Bolsonaro (PL). Com os indicadores apontando para cima, o filho do ex-presidente, desde então, vem tendo êxito nas articulações, e ganha fôlego para vencer as eleições ainda no primeiro turno. Mesmo com as atenções voltadas para uma pesquisa da Quest divulgada em dezembro de 2025, que colocava Lula a frente, (estagnado), o petista perdeu a referência eleitoral.

Esquerda governista pega de surpresa

É visível que o coletivo petista apostaria em miopia eleitoral, sob o silêncio do STF, por onde acreditam "tomariam a reeleição", frase que assombra a eleição de Lula. Todavia, podem tropeçar na fidelidade do novo presidente do TSE, um dos ministros indicados por Bolsonaro. A partir de junho, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kássio Nunes Marques assumirá a presidência do TSE pelo período de um ano. O vice dele será o colega do Supremo André Mendonça, que a partir de 2027 se tornará presidente do órgão.

Analistas políticos da ala governista, comemoravam com base em pesquisa anterior, apostando que um potencial segundo turno contra Lula (PT), Flávio Bolsonaro perderia por 45% a 38%, com brancos, nulos e indecisos somando 17%,conforme divulgou a Quest. No outro lado do tabuleiro, a direita já projetava (uma margem que poderia ser suplantada por Flávio). As projeções dos institutos foram divulgadas no dia 20 de janeiro (terça), mas no detalhe, não acusam nos nos números das perdas de Flávio.

Analisando a pesquisa de 20 de janeiro, no cenário de confronto direto entre Lula e Flávio testado pelo Ideia, o presidente teria 39,7%, contra 27,5% do senador. Enquanto a Quaest trabalha com vários cenários, quase todos com Lula e Flávio. As projeções menos otimistas, até mesmo de cardeais do PT, avaliam que se Flávio ou Lula chegar 48% do total de votos, com esse percentual decide a eleição. 

A análise partir dos dados da Quest, revela o alto índice de indecisos na pergunta espontânea. Nela, 68% dos entrevistados não souberam indicar um candidato. O dado é alarmante, e foi revelado há menos de 15 dias. Fica a pergunta: afinal para onde irão esses votos? 

Esse analista, fez uma varredura de campanhas anteriores, foi detectado, que a alavancagem, com um nome já pavimentadado (base), como no caso do filho de Bolsonaro, a tendência (salvo a infelicidade de um fato negativo no curso da campanha), é o de manter a posição de liderança nas pesquisas. A partir de agora os marqueteiros de Flávio e do seu partido o PL, precisarão estar atentos as investidas insanas dos petistas, cuja pratica é de desconstrução da candidatura do opositor.

Líderes mundiais decidem as eleições em todo planeta

Analistas internacionais, na área econômica, estão debruçados nos gráficos de surpreendente popularidade de Flávio e perda de espaço de Lula. Os marajás do capital já apontam a possibilidade de a direita voltar ao poder, com esmagadora vitória nas eleições de 4 de outubro. De toda forma, apesar da distância das eleições, restam as composições e fechamento da grade partidária para as candidaturas. O quadro total das candidaturas até a data limite poderá sofrer alterações nas composições, inclusive nas pré-candidaturas a presidência.

Por sua vez, ávidos investidores que apostam pesado em campanhas, tradicionalmente usam a estratégia de apoiar financeiramente candidaturas. Segundo fonte do mercado financeiro, “empresários que priorizam ‘verba de campanha’, estariam reservando um percentual maior para Flávio Bolsonaro”. Esse primeiro andar das finanças está influenciado do fato que ele melhor se identifica com este segmento.

Na lupa da eleição, as alianças que influenciam o comércio global e moldam o futuro da economia mundial, estão com os “olhos” voltados para as eleições deste ano no Brasil. Por essa razão o alerta do Planalto reside justamente no fato de que esses líderes mundiais,são os que decidem as eleições em todo planeta. 

Flávio está crescendo com afagos da direita

O núcleo central da direita, ancorada no punjante agro brasileiro, já sinalizou que não apoiará a esquerda. Isso vem em resposta as constantes declarações do presidente, cujas críticas, são contundentes e excludentes. Além de proteger a economia, os blocos da direita, fortalecem relações políticas e diplomáticas, criando pontes entre governos que compartilham valores e desafios. No tabuleiro eleitoral, as fichas dos poderosos estão sendo compradas.

Essa cooperação liberal facilita a criação de políticas públicas unificadas, combate a práticas ilegais e estimula soluções conjuntas para crises regionais. A integração política funciona como sustentação do desenvolvimento econômico e da paz entre nações. Investir em candidaturas garante apoio estatal e contribui para a estabilidade do segmento. Um detalhe: discreto universo do petrodólar, não se conecta com as redes sociais.

Hoje, um novo cenário que preocupa a esquerda. Há mais de vinte blocos e alianças reconhecidos, com diferentes níveis de integração. Nos últimos anos, surgiram megablocos formados por países economicamente poderosos. Eles ampliam a competição internacional e redefinem prioridades econômicas. Sua formação demonstra como a disputa por influência global está em constante evolução. Esses blocos tendem a moldar o futuro das negociações comerciais. E nele, Lula não conseguiu se integrar, sequer consegue ionteração. É tido como "persona non gratia".

Esquerda fragilizada/A extrema direita em crescimento:

“Lula está sem foco, reticente e limitado a trocadilhos e chacotas”

Com o mesmo discurso populista de duas décadas, mesclado com trocadilhos e chacotas, Lula não mais convence o eleitorado. A política de resultados é o principal objetivo do eleitor. O petista anda enfadonho, seus rompantes, contempla apenas sua claque, abastecida pelos “dividendos” dos cargos públicos. Muitos acreditam que a ingestão constante de bebida alcoolica vem debilitando o presidente.

Os números de popularidade da última pesquisa, não convencem. Eis que o presidente ainda não encontrou, a fórmula ideal para impactar sua reeleição. Os dados são medíocres, e refletem sua palaciana administração, acrescidas das constantes gafes com a diplomacia mundial, eis que o presidente, se comporta a nível desprezível e não confiável.

Bem lembrado o cientista político holandês Cas Mudde, citado entre os autores mais influentes da área no momento, fala em “ultradireita” — porém a divide em dois grupos: “extrema direita” e “direita radical”.

Para o autor, o que separa esses campos não é a agressividade do discurso ou a rigidez das propostas, como supõe o senso comum. A diferença, segundo o autor de “A Extrema Direita Hoje” (2019) e “Populismo: Uma Brevíssima Introdução” (2017), está na postura diante da democracia. A extrema-direita, na visão do holandês, rejeita a democracia em si — não aceita eleições, a alternância política ou limites no exercício do poder.

Alianças, apoio, e o caso Master

Na quinta-feira (15/1), Flávio reafirmou em bom som, que seguirá na disputa presidencial de outubro. Sublinhou que a decisão é de caráter irreversível.  Por sua vez o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em conversa reservada com a família, descartou qualquer cenário de substituição. “É uma coisa sem volta”, afirmou, ao sustentar que não há “outra possibilidade de candidatura” em discussão. 

A declaração foi feita em Brasília, após visita ao pai na Superintendência da Polícia Federal, horas antes da transferência dele para cela especial na Papudinha. A informação salpicou as redes sociais e os jornalões deram manchetes. Tem sido constante o tom debochado dos ancoras de plantão,calinhados com a esquerda narco, não expõe "cara de bons amigos"

O fato é que Flávio vem alcançando apoio político com seu discurso. O senador também tratou de desarmar ruídos internos. Fez referência do entendimento com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o acerto ecoou no primeiro andar do Centrão. Segundo o próprio Flávio, o “movimento em curso é de convergência em torno de seu nome”.

The Economist: "A quebra do Master envolve polítcos e juízes"

No apagar das luzes de quinta-feira (15/1), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag, (empresa sediada em São Paulo), que vinha atuando sob o nome de CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. O caso trouxe outro desgaste para a administração do presidente Lula. As notícias criam um ambiente de incerteza, vista pelo eleitor como flagelo do sistema financeiro nacional, e ainda pelo fato dos atores envolvidos serem tentáculos da esquerda e dos petistas.

O escândalo do Banco Master, do golpista CEO Daniel Volcaro ganhou destaque em uma reportagem sob o titulo "A quebra de um banco brasileiro envolve políticos e juízes". A publicação na concetuada revista The Economist, aponta as "ligações entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e pessoas relacionadas, o que reforça a imnpressão entre os eleitores brasileiros de que a Suprema Corte do país carece de imparciualidade".

Para quem não sabe, essas DTVM, chegaram no mercado no “boom financeiro dos anos 70”, pegando carona nos Bancos da época: (Bradesco, Lavoura, Real, Unibanco, Itaú, Boa Vista, entre outros que dominavam o mercado com suas carteiras de títulos e ações. Segundo comunicado (se não apagaram do sistema) divulgado no site do BC, a ''decretação da liquidação extrajudicial foi motivada por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN (Sistema Financeiro Nacional) ”.

Fraude do INSS com o Irmão de Lula na cena do crime

Como se não bastasse a densa atmosfera em solo palaciano, apadrinhados e até parente (irmão) do presidente Lula, trouxeram para o cenário político, uma enxurrada de falcatruas praticadas pelos sindicatos. A criminosa operação revelou um grande golpe contra aposentados do INSS, em um esquema que aplicava descontos em benefícios. no pomo do poder, Lula provou o gosto amargo da fraude, vendo o DNA do seu irmão Frei Chico", no escandâlo do INSS. O ator é vice-presidente de uma das entidades, que mais arrecadaram com os inescrpulosos descontos de aposentados, o Sindicatoto Nacionacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi).

O presidente Lula, foi diretamente afetado. No entanto tenta a seu jeito, aplacar os danos ao governo, com  retóricas, dizendo que "o esquema começou sob Bolsonaro e foi desbaratado pela PF na gestão petista". No entanto, como mostrou o Portal Metrópoles, “os repasses às entidades suspeitas explodiram durante o atual governo. 

Além disso, algumas entidades têm ligação com políticos da sigla. Entre elas, está a Contag, que "acumulou R$ 2 bilhões entre 2019 e 2024, com com descontos de aposentadorias, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU)." É mais uma falcatrua na conta política de Lula. Equanto coletivos em resposta, publicam nas redes sociais, a partir de retóricas e fake midiáticos, tentam desconstruir o efeito do crescimento da direita com a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

A fraude...

Aproveitando a necessidade de atualização de informações dos beneficiários, os criminosos faziam abordagens por telefone, e-mail ou mensagem por celular para obter indevidamente dados pessoais. E convenciam os aposentados a contratarem falsos empréstimos consignados ou mesmo adiantamento fictício do 13º salário. Hoje o déficit com o pagamento de aposentadorias e pensões dos trabalhadores da iniciativa privada, servidores públicos federais e militares registram crescimento real de 60% nos últimos nove anos

Para aplacar o dano a candidatura de Lula, o Governo Federal até a semana passada, atingiu a marca de R$ 2,84 bilhões pagos no termo do acordo de ressarcimento a 4,1 milhões de aposentados e pensionistas que sofreram descontos associativos indevidos. Diga-se um valor distante do total a ser resssarcido, que por sua vez, de alguma forma não isenta Lula e a esquerda do crime praticado.

Imagens: Internet.

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Analista Político, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Mentoria na Área da Comunicação Jornalística, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central  Geral dos Trabalhadores – CGT, Juiz do Trabalho -TRT1-Rio de Janeiro. Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Titular de Portais, Sites, Blogs e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial, editor da revista Evolucionnews, Acionista da TV a Cabo: USBRAZILTODAY, Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra: ” Justiça Trabalhista do Brasil” (Edit. Topbooks), e dos e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade”, “Manual da Emancipação”, Programa CONEXAONEWS – 525 TV MAX HD e TVCONEXAONEWS – YOUTUBE.

CF- DA LIBERDADE DE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO E DA INFORMAÇÃO

Art . 1º É livre a manifestação do pensamento e a procura, o recebimento e a difusão de informações ou idéias, por qualquer meio, e sem dependência de censura, respondendo cada um, nos têrmos da lei, pelos abusos que cometer.