ROBERTO MONTEIRO PINHO
ELEIÇÃO NO RIO: Ramagem cresce com apoio de Bolsonaro, enquanto Paes recua colado na queda de Lula
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deu maior impulso a pré-candidato Alexandre Ramagem (PL-RJ) à prefeitura do Rio de Janeiro, saindo de 14% para 30% em um comparativo com o cenário geral. A pesquisa Quaest sobre as eleições na capital fluminense, foi divulgada na quarta-feira (24/7).
Para os analistas eleitorais, enquanto Jair Bolsonaro se mantém em alta ante o eleitorado, a popularidade de Lula vem derretendo sinuosamente, por conta de uma administração perdulária, sem compromisso fiscal, e voracidade tributária. O cenário para Lula se tornou tenebroso diante de seguidas declarações descabidas proferidas pelo petista, que desaguam em consequências econômicas negativas, atingem o bolso do cidadão e traz insegurança econômica.
Candidatos nanicos não avançam
Em um cenário com maior número de
candidatos, em pesquisa estimulada, Paes aparece com 49%, em seguida Ramagem,
com 13%, e Tarcísio Motta (PSOL), com 7%. Já Cyro Garcia (PSTU) e Rodrigo
Amorim (União Brasil) alcançam 3%. Juliete Pantija (UP) e Marcelo Queiroz (PP)
têm 2%. Carol Sponza (Novo) e Dani Balbi (PCdoB) obtiveram 1% cada. Votos em
branco, nulo e eleitores que manifestaram a não pretensão de votar chegam a
15%. Indecisos são 4%.
O Quest informou que entre os dias 19 e 22 de julho foram entrevistados 1.104 eleitores cariocas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Rádio Tupi FM e registrada na Justiça Eleitoral com o número de protocolo RJ-03444/2024, e o nível de confiança é de 95%.
ELEIÇÕES USA: Pesquisa CNN aponta empate técnico de Trump e Kamala
O
candidato presidencial republicano, Donald Trump, está empatado dentro da
margem de erro com a vice-presidente democrata dos Estados Unidos, Kamala
Harris, por 48% a 46%, em uma pesquisa do New York Times/Siena College. O
levantamento foi feito com eleitores registrados, realizado de 22 a 24 de julho
e publicado na quinta-feira (25).
Pesquisas mais recentes indicam
uma disputa acirrada entre Donald Trump e Kamala Harris em um possível embate
pela Presidência dos Estados Unidos, de acordo com um levantamento do jornal
Washington Post. Há cenários em que a democrata tem mais intenções de voto, e,
mesmo nos que o republicano tem maior porcentagem, a diferença
não ultrapassa a margem de erro.
Diferença para Trump (49%) sobre Kamala é de 3% (46%)
Pesquisa divulgada pela SSRS,
indica um empate técnico entre Kamala Harris e Donald Trump em intenções de
voto para as eleições presidenciais de 2024. O
levantamento mostra Trump com 49% das intenções entre eleitores registrados, e
Kamala com 46%. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para
menos.
Segundo analistas a eleição promete emoções por estar
previstauma disputa mais acirrada do que o confronto entre Joe Biden e Donald
Trump, segundo a pesquisa anterior da CNN.
O Brasil será um dos maiores garantidores da segurança alimentar
Em 2025, Belém do Pará sediará a COP 30 (Conferência das Partes), oferecendo ao Brasil uma oportunidade ímpar de mostrar aos líderes e formadores de opinião mundiais o que nosso país tem realizado em termos de sustentabilidade. Todos os olhos do mundo estarão voltados ao Brasil, portanto, temos até lá, a responsabilidade de construir uma agenda única para a COP, uma agenda que trate os temas da maneira que o Brasil gostaria que estes temas fossem tratados, que represente os interesses do país e do setor agropecuário.
Uso o termo agenda única, pois é impossível dissociar sustentabilidade e agronegócio, visto que além de ser o motor da economia do país, o setor é o principal eixo para atingirmos as metas de sustentabilidade assumidas pelo Brasil. O nosso país tem a oportunidade de se colocar como um provedor de soluções. O Brasil, juntamente com a América Latina, será nos próximos anos, um dos maiores garantidores da segurança alimentar mundial.
A COP será nossa vitrine para mostrar onde estamos e para onde vamos em termos de sustentabilidade, como por exemplo, com os excelentes resultados do plano ABC que entre 2010 e 2020 mitigou 170 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em uma área de 52 milhões de hectares, superando em 46,5% a meta estabelecida, junte se a isto o ABC+, cuja meta, é reduzir a emissão de carbono equivalente em 1,1 bilhão de toneladas no setor agropecuário no período de 2020 a 2030.
Os cortes dos benefícios do INSS e programas sociais
O governo
calcula que o pente-fino em cadastros de programas sociais, um dos focos da
agenda de revisão de gastos, pode render uma economia em torno de R$ 20 bilhões
em 2025. Integrantes da área política chegam a citar nos bastidores uma cifra
de até R$ 30 bilhões, em um cenário mais otimista, conforme apurou Estadão. O objetivo
é fazer uma “varredura” em todos os benefícios para que aqueles que não têm
direito aos recursos deixem de recebê-los.
Os gastos com benefícios
como seguro-desemprego e Benefício de Prestação Continuada (BPC), um tipo de
aposentadoria voltada a idosos ou pessoas com deficiência muito pobres, estão
no radar da equipe econômica. Esse último, por exemplo, gerou um alerta entre
técnicos, já que as despesas cresceram 17,6%, já descontada a inflação, no
primeiro quadrimestre de 2024, na comparação com o mesmo período de 2023.
A
greve dos trabalhadores da Disneylândia
Os sindicatos que representam 14 mil funcionários do parque
temático da Disney, na Califórnia, informaram na quarta-feira (24/7) que
chegaram a um acordo trabalhista com a Walt Disney, evitando uma greve no
local. O novo acordo de três anos, que inclui aumentos salariais e outros
benefícios para os funcionários do parque, foi assinado por uma aliança de
sindicatos que representam zeladores, operadores de brinquedos, balconistas e
outros trabalhadores da Disneylândia.
“Os membros do
elenco (funcionários) lutaram muito nos últimos quatro meses e esse acordo não
teria sido possível sem a força que todos nós demonstramos durante todo esse
processo e o apoio inabalável dos hóspedes e dos membros da comunidade”,
disseram os sindicatos em um comunicado.
A Disney confirmou o acordo em um comunicado à Reuters:
“Nós nos preocupamos profundamente com o bem-estar de nossos membros do elenco…
e estamos satisfeitos por termos chegado a um acordo.”
Os membros de sindicatos que trabalham nos parques temáticos da Disney e nos hotéis votaram de forma esmagadora para autorizar o sindicato a convocar uma greve, caso não seja possível ratificar o acordo. O contrato para os funcionários sindicalizados da Disneylândia expirou em 16 de junho, enquanto o pacto que abrange os trabalhadores da Disney California Adventure e Downtown Disney expira em 30 de setembro. (Por: Reuters).
Imagem:Arquivo
ROBERTO
MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo,
Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa –
ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube
dos Jornalistas do Brasil CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de
Letras do Brasil, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da
Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador para Assuntos sobre Liberdade
de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Editor Executivo
da Revista PeopleNews Brasil-USA, ANIBRPress, STANDERNews.com, Jornal
TribunaToday.com. Escreve para Portais, sites, titular de blog de notícias
Nacionais e Internacionais, blog Análise & Política. Repórter
Correspondente de Guerra. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit.
Topbooks), e dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista
brasileiro”, “Quando ouço uma Canção” e
“Manual da Emancipação”.