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terça-feira, 23 de setembro de 2025

 


                                                                           ROBERTO MONTEIRO PINHO

CRIME: O belicoso jornalismo militante da esquerda negocista que infesta os meios de comunicação

O cenário do jornalismo apresentado pelas TVs brasileiras, traz inquietação e se configura pratica criminosa. Milhares de jornalistas e mídias, despejam diariamente notas e notícias distorcidas dois fatos reais, colocando a seu critério, um texto belicoso. Diariamente surgem informações lesivas, deturpadas e produzidas com objetivo de contrapor as acusações que envolvem políticos e o executivo do Governo, o Congresso e o Judiciário.

Pesquisas na área de comunicação, revelam, “que os canais de TV atuam disformes da verdade, demonstram maior habilidade em descontruir práticas criminosas, com habilidosas narrativas a ponto de até mesmo superar advogados criminais, que orbitam nos tribunais do país. A operação pela via da comunicação por sua vez, custam menos que os robustos honorários pagos aos escritórios jurídicos”.

Os profissionais do jornalismo precisam a refletir com afinco, sobre o papel central da mídia na formação da opinião pública, para que seu texto e declaração, de uma assimetria sobre a tema, e traga importância de um jornalismo que realmente represente a diversidade de vozes na sociedade – ou seja: revele a verdade, após apurar a informação das partes envolvidas.

A guerra intermitente de narrativas nas redes sociais

Dados revelados pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) em 2021, apontam que existiam 38.926 jornalistas no país. Hoje a metade está fora do cenário formal da comunicação e o restante atuando em médios e pequenos veículos de mídia alternativa, inclusive nas redes sociais.

A guerra de narrativas nas redes sociais, promovem embates, e os pontos de vista, soam vulgar e são conhecidos como Fake News. O DNA do jornalismo brasileiro, é identificado como de esquerda, radicais e sinuosos em suas opiniões. Eles atuam nas redações e nos quadros de análise política das emissoras de TV aberta e por assinatura, conduzidos por um ancora, que distribui os temas para análises entre os participantes. Esse modelo de jornalismo atua como coletivos políticos, cuja assimetria envolve posicionamento unilateral e fora do padrão do jornalismo neutro.

O jornalismo não pode ser promíscuo com seu discurso, mesmo que seja opinativo. O cenário é deveras intrigante, podemos observar o semblante debochado e a mimica na expressão dos atores, que “carregam na tinta” e nas falas, quando se referem aos segmentos e atores fora do seu eixo de atuação. A linha entre a verdade e manipulação da verdade, vai além de um tênue discurso.

Avaliação informal revela o domínio da esquerda na notícia cotidiana:

Os dados são preocupantes, e constam dos documentos do Projeto de Lei 2630/2020, que institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. O (PL da Censura), também conhecido como PL das Fake News.

Os jornalistas sofrem com uma carência de objetividade na hora de produzir a notícia, ficam presos a “autocensura, descrença na democracia e uma visão instrumentalizadora do que seja interesse público” (KUCINSKI, 2002, p.18).

Segue abaixo o perfil revelador do cenário da presença da esquerda brasileira no sistema tradicional de comunicação:  

  • 81% dos jornalistas se identificam como de esquerda;
  • 52,8% como de centro-esquerda;
  • 2,5% como centro-direita;
  • 4% como de direita;
  • 0,1% de extrema-direita;

O modelo da regulação das mídias sociais/Big Techs

No Brasil a regulação das mídias sociais se faz urgente. Estamos diante de um faroeste de violência contra menores. Da parte institucional, carece de uma ação mais proativa das Big Techs na proteção da imagem de crianças e adolescentes, e na prevenção de sua exposição a conteúdos prejudiciais a seu desenvolvimento psicológico e sócio afetivo.

A Pornografia infantil e outros crimes contra a infância e a adolescência são casos típicos em que o modelo de “dever de cuidado”, aquele em que o provedor retira conteúdo do ar por conta própria, dispensando até a necessidade de notificação ou denúncia, pode e deve ser aplicado

São casos óbvios, que poderiam ser identificados até mesmo com a ajuda de inteligência artificial; as raríssimas situações de remoção indevida (por exemplo, o compartilhamento de imagens de crianças com fins de pesquisa médica) poderiam ser resolvidas individualmente, e o eventual prejuízo é ínfimo em comparação com o benefício da ação rápida dos provedores.

A cortina de fumaça que nodoa o PL 2.628

O PL 2.628, (“PL da Adultização”), devido ao vídeo de Felca, age neste sentido e em muitos casos alcançando a proteção da infância e da adolescência. A medida impõe às empresas de tecnologia várias providencias que evitem a exposição de crianças a conteúdos pornográficos; obriga a adoção de mecanismos de controle parental, inclusive para monitoramento de interações entre as crianças e outros adultos; e proíbe a famigeradas “armadilhas” que levem crianças e adolescentes a se tornarem dependentes de produtos de jogos on-line.

O Congresso pode aprovar uma lei que obrigue as Big Techs ser transparentes quando da remoção de conteúdo. A medida deve preceder da informação ao usuário qual publicação sua foi removida, os motivos, concedendo o direito de apresentar contestação.

Em hipótese, deveria caber apenas ao Judiciário, por questão de princípio – ainda que o atual Judiciário esteja longe dos padrões mínimos de respeito à liberdade de expressão e ao devido processo legal. Pelo fato do texto do PL interpelar a “autoridade nacional”. A o calar milhões de usuários assim não é censura pura, sem a intenção de “passar borracha”, no texto crítico ao governo ou autoridade em flagrante ilícito penal. Esse modelão extremado, rançoso, deriva de um poder, que não aceita críticas, e se constitui em atentado, doloso e gravíssimo contra a liberdade de expressão.

Lula e a esquerda em geral vem revelando, a exemplo dos ditadores tiranos da história política universal, o maléfico desejo de controlar o discurso público. Outrora falavam na “democratização dos meios de comunicação”, com o advento das redes sociais derivam mudança no discurso, enfatizando a rotulo de “regulação das redes”.

Querem apagar”, censurar toda uma rede social, impondo um projeto sobre um tema que mobiliza o país. Enfim precisamos dar a eles (censuradores) o remédio amargo, bastando apenas manter o conteúdo verdadeiramente democrático no PL 2.628, evitando a instalação da Censura institucional, do “poder pelo poder”.

Imagens: Internet

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Mentoria na Área da Comunicação Jornalística, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Titular de Portais, Sites, Blogs e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial. Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra:” Justiça Trabalhista do Brasil” (Edit. Topbooks), e dos e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade”,  “Manual da Emancipação”, Programa CONEXAONEWS – 525 TV MAX HD e TVCONEXAONEWS