ROBERTO MONTEIRO PINHO
IMPEACHMENT: Pautas eleitoreiras fez
Lula perder o controle político. Dívida pública federal subiu 3,10% em maio e
impeachment tramita no Congresso
O governo do Presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, mergulhado em pautas eleitoreiras, escândalos de
corrupção dos seus nomeados, e gafes no exterior, mergulha o país no abismo da
incerteza. O sinal latente da debilidade, é a dívida pública federal que subiu
3,10% em maio ante abril, para 6,912 trilhões de reais, informou o Tesouro
Nacional na quarta-feira (26/6).
No período, a dívida pública
mobiliária federal interna (DPMFi) somou 6,627 trilhões de reais, com alta de
3,16%, enquanto a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu 285,47 bilhões
de reais, com elevação de 1,77%. No período, a dívida pública mobiliária
federal interna (DPMFi) somou 6,627 trilhões de reais, com alta de 3,16%,
enquanto a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu 285,47 bilhões de
reais, com elevação de 1,77%.
FRAUDE NOS DADOS DA PREVIDÊNCIA: Mais de 50 deputados federais já assinaram o pedido de impeachment protocolado na terça-feira (25/6) pelo deputado federal Sanderson (PL-RS) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por conta da mudança dos dados da Previdência para reduzir despesa.
Segundo reportagem publicada na Folha de S.Paulo, a gestão federal utilizou uma estimativa menor de despesas. A mudança de parâmetro impactou a projeção de gastos com a compensação previdenciária, que caiu de R$ 10,2 bilhões para R$ 7,96 bilhões. Com a soma de todos os efeitos da nova métrica, o governo evitou um aumento de R$ 11,84 bilhões nos cálculos de despesas com a Previdência Social.
Sanderson fundamentou o pedido no crime de responsabilidade fiscal, o mesmo que levou a ex-presidente Dilma Rousseff a perder seu mandato em 2016. Segundo ele, Lula não cumpriu com a Lei de Responsabilidade Fiscal, portanto, “realizou aquilo que chamamos de pedalada fiscal”.
A briga pela
prefeitura de São Paulo
A
Pesquisa Quaest, divulgada na quinta-feira (27/6), mostra um empate técnico
triplo na disputa para a Prefeitura de São Paulo entre Ricardo Nunes (MDB),
22%, Guilherme Boulos (PSOL), 21% e Datena (PSDB), 17% das intenções de voto.
Considerando a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos, há empate
técnico entre os três primeiros. Nunes poderia ter entre 19% e 25%; Boulos,
entre 18% e 24%; e Datena, entre 14% e 20%.
Os onze
candidatos:
Ricardo Nunes (MDB): 22%, Guilherme Boulos (PSOL): 21%, Datena (PSDB): 17%, Pablo Marçal (PRTB): 10%, Tabata Amaral (PSB): 6%,
Marina Helena (Novo): 4%, Kim Kataguiri (União): 3%,
João Pimenta (PCO): 1%, Ricardo Senese (UP): 1%,
Altino (PSTU):0%, Fernando Fantauzzi (DC): 0%,
Indeciso: 7% e nenhum/branco/nulo: 8%.
Esta é o primeiro levantamento da
Quaest para as eleições deste ano. Foram ouvidos 1.002 eleitores paulistanos
presencialmente entre os dias 22 e 25 de junho. O nível de confiança é de 95%,
e o número de registro na Justiça Eleitoral, SP-08653/2024.
FRANÇA: Direita execra Macron e a esquerda na eleição antecipada
O presidente Emmanuel Macron que se propôs a reviver a
França por meio de políticas radicais pró-negócios e pró-europeias. Sete anos
após ter sido eleito pela primeira vez, sua convocação para uma eleição
antecipada o enfraquece no país e no exterior, enquanto a direita ganha impulso
para chegar ao poder.
Seja qual for o resultado final, a decisão de Macron de
convocar eleições antecipadas já deixa a França enfraquecida no cenário
europeu, segundo Lisa Thomas-Darbois, vice-diretora de estudos sobre a França
no Institut Montaigne.
Moraes “lava as mãos”, quanto ao PL da Anistia aos presos de 8 de janeiro
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira, 28, que caberá ao Poder Judiciário, e mais especificamente à Corte, dar a última palavra caso prospere no Congresso uma proposta de anistia aos investigados, acusados, condenados e presos por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro do ano passado.
No início deste mês, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Caroline de Toni (PL-SC), designou o colega Rodrigo Valadares (União Brasil-SE) como relator de um projeto de lei que concede anistia aos implicados na depredação das sedes dos Poderes em Brasília. Os dois parlamentares são aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O ex-presidente é investigado em um dos inquéritos dos atos golpistas. A anistia é defendida por aliados de Bolsonaro no Congresso e tem sido citada nos bastidores do Parlamento como moeda de troca pelo apoio do campo bolsonarista nas eleições pelas presidências da Câmara e do Senado, em 2025.
ELEIÇÕES-USA: Eleitores americanos pedem a substituição de Biden
Uma pesquisa realizada pela emissora CBS News e pela empresa YouGov após o debate presidencial dos Estados Unidos da última quinta-feira (27) indicou que 72% dos eleitores acreditam que o presidente Joe Biden não deveria concorrer à reeleição. Isso se traduz em um aumento de nove pontos percentuais em comparação com a mesma pergunta feita em fevereiro.
Biden, de 81 anos, viu sua candidatura enfraquecida como candidato democrata para as eleições de novembro após o debate contra o ex-presidente Donald Trump, no qual se mostrou fisicamente desajeitado e às vezes hesitante, incoerente e sem terminar uma frase. Apesar de tudo isso, o atual ocupante da Casa Branca disse que não pensa em desistir da corrida para um segundo mandato. (Fonte: EFE e YouGov).
Aborto: Decisão coloca Flórida nos holofotes da política americana
A decisão foi aplaudida por ativistas nacionais antiaborto, muitos dos quais veem a proibição a partir de seis semanas de gestação como o padrão-ouro para a política em relação ao aborto. A decisão é uma “vitória para os nascituros”, disse Katie Daniel, diretora de políticas da organização Susan B Anthony Pro-Life America na Flórida.
O fato é que as decisões da Justiça colocaram a Flórida nos holofotes políticos — e no epicentro do que talvez seja a batalha pelo direito ao aborto mais tensa desde que a Suprema Corte dos EUA derrubou a histórica decisão Roe x Wade em junho de 2022. A proibição do procedimento a partir de seis semanas de gestação — o Estado é o terceiro estado mais populoso do país — pode afetar mais mulheres do que qualquer outra proibição estadual implementada desde a revogação de Roe x Wade.
TikTok com 30 horas é líder no
uso mensal dos brasileiros
O WhatsApp perdeu a liderança
para o TikTok quanto o tema é tempo de uso mensal pelos brasileiros. O TikTok
consegue moldar as tendências que viralizam em outras redes sociais. De acordo
com um levantamento da Data Ai Intelligence, a plataforma de mensagens da Meta
perdeu, recentemente, o primeiro lugar para o TikTok.
Em média, os brasileiros
passam 30 horas mensais no TikTok versus 24 horas no WhatsApp. Em seguida,
estão o YouTube e o Instagram, empatados com média de 22h de consumo, Facebook
vem na sequência com 12 horas e o X, antigo Twitter, consome aproximadamente 3
horas mensais.
Em último lugar no ranking de
nove mais usados aparecem o Pinterest, com 2 horas, o Telegram, com 1 hora e o
LinkedIn com menos de uma hora.
Núcleo
de Conteúdo ANIBRPress/Imagem: Internet
ROBERTO
MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Consultor
em Assuntos Editoriais, ambientalista, Presidente da Associação Nacional e
Internacional de Imprensa – ANI, Clube dos Jornalistas do Brasil - AJB e da Associação
Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca - AEBAT. Membro da (ALB -
Federação das Academias de Letras do Brasil), Técnico em Arbitragem. (Lei
9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador
para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos
Humanos na ONU. Editor Executivo da Revista PeopleNews Brasil-USA. Revista
ANIBRPress, Jornal TribunaToday.com. Titular de Portais, sites, Blog de
Notícias Nacionais e Internacionais, Blog Análise & Política. Repórter
Correspondente de Guerra. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit.
Topbooks), e dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista
brasileiro”, “Quando ouço uma Canção” e
“Manual da Emancipação”.
"Esta publicação opinativa encontra-se em conformidade com a LGPD, lei nº
13.709, 14 de agosto de 2018."