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domingo, 15 de junho de 2025

 

GOVERNO: Lula tem cenário difícil, queda de popularidade, postura de Janja, apoio a terrorista, ditadores e caos na economia

                                                                                                                  ROBERTO MONTEIRO PINHO

Pesquisa da Datafolha divulgada há pouco, revela que a reprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) continua em alta. São 40% que consideram a atual administração do petista como ruim ou péssima. Enquanto 28% dizem ser ótima ou boa, e 31% o avaliam como regular. Não soube ou não respondeu ficou em 1%.

O que mais preocupa o governo é o patamar desde a última pesquisa do instituto, feita em abril deste ano, quando revelou que o presidente com 38% de ruim ou péssimo; 29%, bom ou ótimo; e regular, 32%. Somados ruim e péssimo, o conjunto revela a soma de regular com 70%. É exatamente em cima desses resultados que a cúpula petista, acendeu o alerta. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em 136 municípios entre os dias 10 e 11 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. 

Nível de desconfiança é de 58% 

A Pesquisa Ipsos/Ipec divulgada na quinta-feira (13/6), mostra que 58% não confiam no presidente Lula (PT). Outros 37% dizem confiar. O nível de desconfiança no presidente se mantém em 58%, mesmo índice do levantamento anterior, de março. Já a confiança oscilou de 40% para 37%.

Segundo o Ipec, a confiança em Lula recuou de 38% para 31% entre moradores das periferias. A desconfiança passou de 84% para 77% entre quem declara ter votado em branco ou nulo em 2022, e de 62% para 55% entre aqueles quem não votaram ou não se lembram em quem votaram no mesmo pleito.

Pesquisa a parte, Lula também lida com seus comandados do PT


O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-RS), afirmou na quarta-feira (11/6) que o pacote apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para minimizar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), sofrerá resistência para ser aprovado no Congresso Nacional.  


“Já comuniquei à equipe econômica que as medidas anunciadas em alternativa ao IOF irão ter resistência do Congresso.

Superado por Jair Bolsonaro/Resistência em cortar gastos

Senadores de oposição publicaram uma nota nesta quarta-feira (11/6) criticando o pacote sugerido pelo governo federal, que inclui mudanças na cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e aumento de outros tributos. No documento, os parlamentares propõem o que chamam de “medidas estruturais” e criticam o aumento dos gastos com benefícios e políticas públicas.

“Os senadores da oposição manifestam desacordo com as medidas meramente arrecadatórias anunciadas pelo Governo Federal. Em síntese, elas punem o crescimento e o investimento de longo prazo do país. Em contraponto, a oposição sugere medidas estruturais efetivas que permitam recuperar o controle fiscal e estabilizar a dívida pública, considerando seu crescimento vertiginoso nos últimos dois anos e meio”, afirma o texto.

A nota prossegue: “O aumento de um imposto regulatório, com fins arrecadatórios, como é o IOF, além de inconstitucional, é economicamente danoso. Eleva o custo do crédito para pessoas físicas e jurídicas. Além disso, o governo tem anunciado medidas que comprometem o investimento de longo prazo no Brasil.

No manifesto, os senadores afirmam que “o governo aumentou significativamente os gastos” e mencionam a “PEC da Transição”, que adicionou cerca de R$ 200 bilhões ao orçamento inicial de 2024, além de outros gastos com viagens e publicidade. “A oposição destaca que o governo aumentou significativamente os gastos desde a PEC da Transição, que adicionou cerca de R$ 200 bilhões ao orçamento inicial. Adicionalmente, expandiu despesas com benefícios e políticas públicas que sequer cabiam nesse novo orçamento, conforme já apontou o Tribunal de Contas da União”, dizem os parlamentares.

Eles continuam: “Para além das grandes rubricas, não se percebe exemplo dos dirigentes, como se vê na elevação dos gastos com viagens, publicidade e na corrosão dos caixas das estatais. ” Os senadores também criticam a baixa credibilidade das contas apresentadas pelo governo, devido à exclusão de despesas do arcabouço fiscal e à superestimativa de receitas.

Ocorre que os parlamentares apontaram uma série de sugestões para, segundo eles, estabilizar a dívida pública.

 Entre as propostas estão o corte de gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); reforma do arcabouço fiscal, com retorno das sanções e perseguição do centro da meta fiscal; reversão dos déficits das empresas estatais; reforma administrativa; racionalização dos concursos públicos e fim dos supersalários; revisão dos subsídios com foco na redução da proporção em relação ao PIB e reavaliação das políticas públicas junto ao Congresso Nacional; desvinculação dos recursos da saúde e educação; recuperação dos recursos do Tesouro Nacional no BNDES; e corte de gastos com publicidade e viagens.

O documento é assinado pelo líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), pelo líder do PL, Carlos Portinho (RJ), e por outros líderes do bloco.

Fonte:Ipcsus/Ipec/Datafolha/Imagem: Internet

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Jornal TribunaToday.com. Titular de Portais, sites e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial. Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, blog Análise & Política. Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit. Topbooks), e dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “O Sistema”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade”, “Manual da Emancipação” e Programa CONEXAONEWS – 525 TV MAX HD-CLARO TV.