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domingo, 10 de novembro de 2024

 

 

ROBERTO MONTEIRO PINHO

PT: Vitória de Trump, e derrota nas eleições municipais no Brasil, faz Lula recuar da sua candidatura em 2026.

De acordo com informações divulgadas pela CNN Internacional o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), evitou falar se vai disputar a reeleição em 2026. Ele afirmou que deve reunir com líderes dos partidos que o apoiam antes de tomar a decisão reeleição. Por sua vez. Dirigentes raiz do PT, falam em rever a postura e cobrar de Lula um melhor posicionamento quanto a economia e relações internacionais. Para os petistas, os ministros: Fernando Haddad (Fazenda) deve ser substituído, assim como Simone Tebett. (Planejamento e Orçamento).

Num pleito marcado pelo crescimento de candidaturas de direita, os cinco principais partidos de esquerda no país (PT, PCdoB, PSOL, PDT e PSB) elegeram 25% menos candidatos em relação a 2010, ano que marcou o auge da representatividade dessas siglas nas urnas. Em razão do fiasco petista, dirigentes do PT estão preocupados com o corte de gastos, que está emperrado nas mãos de Lula.

O PT foi o partido com mais redução no período: neste ano, elegeu 149 nomes para cargos no Executivo e no Legislativo, 41% menos comparado a 2010, quando fez 255. Os resultados das urnas mostram que a eleição neste ano foi marcada por forte sentimento antipetista dos eleitores.

USA: Kamala decepcionou pela postura insolente e soberba

Para interlocutores do governo, o petista, deu demonstração de concorrer, “se as circunstâncias exigirem uma resposta contra adversários de extrema direita” - declarou. No entanto, ele ressaltou: "Espero que isso não seja necessário". O presidente também enfatizou que espera que o cenário político favoreça a renovação com novos nomes. A declaração ainda da CNN

Os EUA concluíram no sábado (9/11) a apuração que deu vitória de Donald Trump sobre Kamala Harris na votação para a escolha do novo presidente do país ocorrida na terça-feira (5). O republicano obteve 312 delegados, mais do que na primeira vez que venceu, em 2016, quando obteve 304 delegados na disputa com a democrata Hillary Clinton. São necessários 270 delegados para se chegar à Casa Branca — o bilionário ultrapassou esse número ainda na madrugada de quarta-feira (10).

Eleição foi um massacre na esquerda dos EUA e no Brasil

As eleições presidenciais nos Estados Unidos e as disputas municipais que aconteceram no mês de outubro no Brasil, formam o novo cenário político dos brasileiros. Neste contexto fático e o eleitor votou esmagadoramente nos candidatos para prefeitos e vereadores da direita e extrema direita, além de conservadores independentes.

O cenário administrativo, visível na inflação, estagnação de oferta de empregos, fuga de capital externo, o alto défice orçamentário, dívida externa no maior limite histórico, e a série de denúncias envolvendo atores do governo Lula, desenhou a resposta à altura, da rejeição do eleitor. De fato, as declarações inócuas e sem contexto do presidente nas relações diplomáticas, e a atuação abaixo da crítica, dos seus ministros, capitaneada pelo neófito em economia tendo à frente Fernando Haddad na Fazenda.

O eleitor sendo cooptado pelas mentiras de Lula e a promessa devaneio do Brasil “o paraíso na terra” anunciado pela esquerda parece não compreender. O eleitor consciente deu sua resposta merecidamente, numa prova contundente de que não se pode enganar a todos por muito tempo. Na constelação politica, tendo o Supremo e o Congresso, patinando, na questão da liberação das drogas, aborto, a ampliação dos direitos concedidos a criminosos, decisões antipopular, e outras pautas medíocres e ardilosas, nada mais que justo a mensagem de reprovação e de basta a indulgência da esquerda comandada por Lula.

 Bolsonaro (PL) comemora eleição de prefeitos

As eleições municipais deixaram um saldo positivo para o bolsonarismo, que encarou reveses e teve dificuldades de eleger prefeitos, mas ainda assim garantiu votações expressivas de norte a sul. Ainda que candidatos radicais da direita tenham perdido nas grandes cidades, muitos deles alcançaram votação expressiva, o que indica que o bolsonarismo segue forte.

A vitória do norte-americano Donald Trump, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também dá fôlego ao movimento, avaliam especialistas ouvidos pela Folha. O centrão se consagrou como o grande vencedor do pleito de 2024, que teve a maior taxa de reeleição desde a redemocratização.

O sucesso do bloco, composto por partidos em geral alinhados a um conservadorismo mais tradicional, não indica, porém, que os eleitores tenham se afastado da plataforma de direita radical, como a representada por Bolsonaro.

"[A eleição municipal]. É um voto muito mais da máquina, do fundo eleitoral, do que o prefeito conseguiu entregar", afirma Daniela Costanzo, pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) e doutora em ciência política pela USP (Universidade de São Paulo).

STF: Collor tem julgamento adiado. Caso mira propina de R$ 20 milhões

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou um destaque no julgamento de um recurso apresentado pelo ex-presidente Fernando Collor, contra a condenação por corrupção passiva. Collor foi condenado em maio do ano passado pelo recebimento de R$ 20 milhões da empreiteira UTC Engenharia, em troca de viabilizar contratos da construtora com a BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras. Graças ao destaque de André Mendonça, o caso deve ir ao plenário presencial do STF, dando tempo ao ex-presidente.

Até agora, o pedido de Collor vinha sendo analisado pelo plenário virtual do STF, quando os ministros apenas apresentam os votos por escrito, sem debate presencial. O recurso apresentado por Collor é o terceiro embargo de declaração contra a condenação na Ação Penal (AP) 1.025. O STF já tem maioria para rejeitar o pedido do ex-presidente, o que pode resultar na prisão dele – a pena foi arbitrada pelo STF em 8 anos e 10 meses de prisão, além de multa.

Fim da jornada de trabalho diária de 6 horas e 44 semanais

O fim da jornada de trabalho de 6 dias trabalhados por um dia de descanso ganhou destaque no domingo (10/11) nas redes sociais. O debate sobre a proposta ficou em primeiro lugar nos assuntos mais discutidos pelos internautas na rede social X, antigo Twitter. Enquanto decide a jornada, a reforma trabalhista, aprovada em 2017, perde efeito com decisões na Justiça e o número de processos volta a crescer. O custo da insegurança jurídica foi tema da FecomércioSP, que debateu sobre como as decisões judiciais impactam a estabilidade da reforma.

Eterno problema, num judiciário que a judicialização garante altos salários dos magistrados e servidores.

Pelo texto da Constituição e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a jornada de trabalho não pode ser superior a oito horas diárias e 44 horas semanais, sendo facultada a compensão de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Flamengo após conquista a Copa do Brasil, perde o artilheiro Gabigol

O título da Copa do Brasil conquistado no domingo (10/11), teve fora campo sua derrota. Perdeu Gabigol, que conquistou dois Brasileirão (2019 e 2020), duas Libertadores (2019 e 2022), duas Supercopas (2020 e 2021), uma Recopa Sul-Americana (2020), dois Cariocas (2020 e 2021) e duas Copa do Brasil (2022 e 2024).

Após o encerramento da partida, Gabigol anunciou sua saída do clube. “Esta foi a minha última final. Não vou ficar no Flamengo, mas o carinho é imenso e recíproco. Agora é vibrar e aproveitar bastante estes jogos que faltam” , disse, em meio a críticas ao clube.

O artilheiro lembrou que “negociações nas quais a diretoria apertou a minha mão, a do meu pai e depois acabou acontecendo coisas que eu não gostei”. Ele também criticou severamente a Tite, ex-treinador do time, dizendo que ele não o respeitou como jogador. “Foi um momento horrível para mim”, disparou. A negociação para um novo clube aponta para Atlético Mineiro ou Cruzeiro. Existe ainda a possibilidade a negociação com o Corinthians.

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Jornal TribunaToday.com. Titular de Portais, sites e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial. Titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, blog Análise & Política. Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras literárias. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit. Topbooks), e dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “Arbitragem - Ao alcance da Sociedade” e “Manual da Emancipação”