ROBERTO
MONTEIRO PINHO
PT: Vitória de Trump, e derrota nas eleições municipais no Brasil, faz Lula recuar da sua candidatura em 2026.
De acordo com informações divulgadas pela CNN
Internacional o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), evitou falar se vai
disputar a reeleição em 2026. Ele afirmou que deve reunir com líderes dos
partidos que o apoiam antes de tomar a decisão reeleição. Por sua vez.
Dirigentes raiz do PT, falam em rever a postura e cobrar de Lula um melhor
posicionamento quanto a economia e relações internacionais. Para os petistas,
os ministros: Fernando Haddad (Fazenda) deve ser substituído, assim como Simone
Tebett. (Planejamento e Orçamento).
Num pleito marcado pelo crescimento de candidaturas
de direita, os cinco principais partidos de esquerda no país (PT, PCdoB, PSOL,
PDT e PSB) elegeram 25% menos candidatos em relação a 2010, ano que marcou o
auge da representatividade dessas siglas nas urnas. Em razão do fiasco petista,
dirigentes do PT estão preocupados com o corte de gastos, que está emperrado
nas mãos de Lula.
O PT foi o partido com mais redução no período:
neste ano, elegeu 149 nomes para cargos no Executivo e no Legislativo, 41%
menos comparado a 2010, quando fez 255. Os resultados das urnas mostram que a eleição
neste ano foi marcada por forte sentimento antipetista dos eleitores.
USA: Kamala
decepcionou pela postura insolente e soberba
Para interlocutores do governo, o petista, deu
demonstração de concorrer, “se as circunstâncias exigirem uma resposta contra
adversários de extrema direita” - declarou. No entanto, ele ressaltou:
"Espero que isso não seja necessário". O presidente também enfatizou
que espera que o cenário político favoreça a renovação com novos nomes. A
declaração ainda da CNN
Os EUA concluíram no sábado (9/11) a apuração que
deu vitória de Donald Trump sobre Kamala Harris na votação para a escolha do
novo presidente do país ocorrida na terça-feira (5). O republicano obteve 312
delegados, mais do que na primeira vez que venceu, em 2016, quando obteve 304
delegados na disputa com a democrata Hillary Clinton. São necessários 270
delegados para se chegar à Casa Branca — o bilionário ultrapassou esse número
ainda na madrugada de quarta-feira (10).
Eleição foi um massacre na esquerda dos EUA e no Brasil
As eleições presidenciais nos
Estados Unidos e as disputas municipais que aconteceram no mês de outubro no
Brasil, formam o novo cenário político dos brasileiros. Neste contexto fático e
o eleitor votou esmagadoramente nos candidatos para prefeitos e vereadores da
direita e extrema direita, além de conservadores independentes.
O cenário administrativo,
visível na inflação, estagnação de oferta de empregos, fuga de capital externo,
o alto défice orçamentário, dívida externa no maior limite histórico, e a série
de denúncias envolvendo atores do governo Lula, desenhou a resposta à altura,
da rejeição do eleitor. De fato, as declarações inócuas e sem contexto do
presidente nas relações diplomáticas, e a atuação abaixo da crítica, dos seus
ministros, capitaneada pelo neófito em economia tendo à frente Fernando Haddad
na Fazenda.
O eleitor sendo cooptado pelas
mentiras de Lula e a promessa devaneio do Brasil “o paraíso na terra”
anunciado pela esquerda parece não compreender. O eleitor consciente deu sua
resposta merecidamente, numa prova contundente de que não se pode enganar a
todos por muito tempo. Na constelação politica, tendo o Supremo e o Congresso, patinando,
na questão da liberação das drogas, aborto, a ampliação dos direitos concedidos
a criminosos, decisões antipopular, e outras pautas medíocres e ardilosas, nada
mais que justo a mensagem de reprovação e de basta a indulgência da esquerda
comandada por Lula.
Bolsonaro (PL) comemora eleição de prefeitos
As
eleições municipais deixaram um saldo positivo para o bolsonarismo, que encarou
reveses e teve dificuldades de eleger prefeitos, mas ainda assim garantiu
votações expressivas de norte a sul. Ainda que candidatos radicais da direita tenham
perdido nas grandes cidades, muitos deles alcançaram votação expressiva, o que
indica que o bolsonarismo segue forte.
A vitória do norte-americano
Donald Trump, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também dá fôlego ao
movimento, avaliam especialistas ouvidos pela Folha. O centrão se consagrou
como o grande vencedor do pleito de 2024, que teve a maior taxa de reeleição
desde a redemocratização.
O sucesso
do bloco, composto por partidos em geral alinhados a um conservadorismo mais
tradicional, não indica, porém, que os eleitores tenham se afastado da
plataforma de direita radical, como a representada por Bolsonaro.
"[A
eleição municipal]. É um voto muito mais da máquina, do fundo eleitoral, do que
o prefeito conseguiu entregar", afirma Daniela Costanzo, pesquisadora do Cebrap
(Centro Brasileiro de Análise e Planejamento) e doutora em ciência política
pela USP (Universidade de São Paulo).
STF: Collor tem julgamento
adiado. Caso mira propina de R$ 20 milhões
O ministro André Mendonça, do
Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou um destaque no julgamento de um
recurso apresentado pelo ex-presidente Fernando Collor, contra a condenação por
corrupção passiva. Collor foi condenado em maio do ano passado pelo recebimento
de R$ 20 milhões da empreiteira UTC Engenharia, em troca de viabilizar
contratos da construtora com a BR Distribuidora, uma subsidiária da Petrobras.
Graças ao destaque de André Mendonça, o caso deve ir ao plenário presencial do
STF, dando tempo ao ex-presidente.
Até agora, o pedido de Collor
vinha sendo analisado pelo plenário virtual do STF, quando os ministros apenas
apresentam os votos por escrito, sem debate presencial. O recurso apresentado
por Collor é o terceiro embargo de declaração contra a condenação na Ação Penal
(AP) 1.025. O STF já tem maioria para rejeitar o pedido do ex-presidente, o que
pode resultar na prisão dele – a pena foi arbitrada pelo STF em 8 anos e 10
meses de prisão, além de multa.
Fim da jornada de trabalho diária de 6 horas e 44
semanais
O
fim da jornada de trabalho de 6 dias trabalhados por um dia de descanso ganhou
destaque no domingo (10/11) nas redes sociais. O debate sobre a proposta ficou
em primeiro lugar nos assuntos mais discutidos pelos internautas na rede social
X, antigo Twitter. Enquanto decide a jornada, a
reforma trabalhista, aprovada em 2017, perde efeito com decisões na Justiça e o
número de processos volta a crescer. O custo da insegurança jurídica foi tema
da FecomércioSP, que debateu sobre como as decisões judiciais impactam a
estabilidade da reforma.
Eterno problema, num judiciário que a judicialização garante
altos salários dos magistrados e servidores.
Pelo texto da Constituição e da Consolidação das Leis do
Trabalho (CLT), a jornada de trabalho não pode ser superior a oito horas
diárias e 44 horas semanais, sendo facultada a compensão de horários e a
redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
Flamengo após conquista a Copa do Brasil, perde o artilheiro Gabigol
O título da Copa do Brasil
conquistado no domingo (10/11), teve fora campo sua derrota. Perdeu Gabigol,
que conquistou dois Brasileirão (2019 e 2020), duas Libertadores (2019 e 2022),
duas Supercopas (2020 e 2021), uma Recopa Sul-Americana (2020), dois Cariocas
(2020 e 2021) e duas Copa do Brasil (2022 e 2024).
Após o encerramento da
partida, Gabigol anunciou sua saída do clube. “Esta
foi a minha última final. Não vou ficar no Flamengo, mas o carinho é imenso e
recíproco. Agora é vibrar e aproveitar bastante estes jogos que faltam” ,
disse, em meio a críticas ao clube.
O artilheiro lembrou
que “negociações nas quais a diretoria apertou a minha mão, a do meu pai e
depois acabou acontecendo coisas que eu não gostei”. Ele também criticou severamente
a Tite, ex-treinador do time, dizendo que ele não o respeitou como jogador.
“Foi um momento horrível para mim”, disparou. A negociação para um novo clube
aponta para Atlético Mineiro ou Cruzeiro. Existe ainda a possibilidade a
negociação com o Corinthians.
ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em
Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e
Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra
da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil - CJB. Membro da ALB -
Federação das Academias de Letras do Brasil, Técnico em Arbitragem. (Lei
9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador
para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos
Humanos na ONU. Coordenador do Gabinete de Crise – ANI. Editor Executivo da
Revista ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Jornal TribunaToday.com. Titular de
Portais, sites e Núcleo de Pesquisas ANIBRPress. Consultor Editorial. Titular
de blog de notícias Nacionais e Internacionais, blog Análise & Política.
Repórter Correspondente de Guerra. CEO em editoria de jornais, revistas e obras
literárias. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit. Topbooks), e
dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista
brasileiro”, “Superação”, “Quando ouço uma Canção”, “Arbitragem - Ao alcance da
Sociedade” e “Manual da Emancipação”