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sábado, 10 de agosto de 2024

 

ROBERTO MONTEIRO PINHO

BRASIL: Apoio de Lula aos governos de esquerda fragiliza imagem do país no exterior

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem causando fissuras nas relações do Brasil com nações que não comungam com governos de esquerda. O momento é desafiador para a diplomacia brasileira, após Lula causar a recente crise entre Brasil e Nicarágua, com a expulsão do embaixador brasileiro Breno de Souza. O compromisso, do presidente vai além do discurso, deixa claro nos encontros que vem realizando com líderes de governos de esquerda.

O distanciamento entre Lula e o líder nicaraguense, Daniel Ortega, exemplifica essa complexa situação. “O presidente Lula se comprometeu com os regimes de esquerda quando ele assumiu [o poder] pela primeira vez”, explica Sant’Anna. Analistas da política exterior, são unânimes em afirmar que “a atual política externa do país está enfrentando desafios significativos em sua tentativa de manter relações com regimes autoritários enquanto defende princípios democráticos”.

Maduro: Apoio ao presidente da Venezuela

Neste cenário inóspito, registra-se a manifestação do ex-embaixador e atual presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE), Rubens Barbosa, ao fazer duras críticas à política externa do governo Lula durante sua participação no programa WW da CNN Brasil.

Barbosa criticou a atuação do Brasil na Venezuela. Ele questionou a visita de Celso Amorim ao país sem contato com a oposição: “Como é que pode ser feita de um lado o Celso Amorim indo à Venezuela e não querendo nem falar com a Corina, que disse que a aliança deles era inquebrantável? ”.

O ex-embaixador ressaltou que as contradições e armadilhas criadas pelo próprio governo estão evidentes “em todo lado”. Ele alertou que, dependendo da reação da Nicarágua à expulsão da embaixadora nicaraguense em Brasília, o Brasil pode não ter outra alternativa senão romper relações diplomáticas.

OABRJ: Pesquisa aponta crescimento de pré-candidatos à presidência

A exemplo das pesquisas realizadas em eleições anteriores a avaliação das gestões da Ordem dos Advogados do Brasil, os entrevistados apontam a morosidade nos tribunais, atendimento aos advogados nas secretarias dos tribunais e demora para expedição de alvarás, entre outros. O processo eleitoral da OAB neste ano acontecerá quase que, concomitantemente, com as eleições municipais, podendo representar um fator de influência a mais, diante da polarização política nacional, e do recrudescimento dos pleitos dos advogados.

O Núcleo de Pesquisas ANIBRPress, perguntou aos advogados fluminenses em quem votariam entre a lista de três nomes apresentados. São os pré-candidatos Ana Tereza Basílio, Marcelo Oliveira e Silvia Drumond, que concorrerão em novembro deste ano. Os nomes acima já se mobilizam e registram, com predominância a interagindo nas redes sociais.

A pesquisa informal, revelou pela ordem que, Ana Tereza Basílio com 41,9%, Silvia Drumond 23,6% e Marcelo Oliveira 14,5%, lideram a corrida pré-eleitoral. Foram consultados 192 advogados das subseções, na capital e interior do estado, entre os dias 5 e 8 de agosto. Os votos, brancos e nulos registraram 20,0 %. A margem de erro do levantamento, é de 3% para mais. Na pesquisa anterior, divulgada na coluna, a vice-presidente da Seccional Ana Tereza Basílio foi citada por 29,7%, seguido de Silvia Drummond, 13,1%, Marcello Oliveira com 9,2% e Roque Z com 4,9%. 

Vale lembrar que as eleições do ano de 2021 foi a primeira em que cotas para pretos e pardos e paridade de gênero entraram na composição das chapas, no Conselho titular quanto no Suplente. O presidente da OABRJ, Luciano Bandeira foi reeleito pela por mais um triênio (2022/2024). A Chapa 1 - OAB Forte e Unida -  obteve 49,45% dos votos válidos (que correspondem a 45,85% do total dos votos apurados). Na ocasião outras três chapas que concorreram à gestão da Seccional, Sylvia Drumond  -   27,99% (votos válidos); Sérgio Antunes -  13,05% (votos válidos) e Roque Z -  9,51% (votos válidos).

Roque Z é pré-candidato a eleição da subseção OAB Jacarepaguá

O advogado civilista, Roque Z, é pré-candidato à presidência da 32% subseção (Madureira-Jacarepaguá), onde tem sua base de clientes. Em 2021 foi candidato a Presidência da OABRJ pela Chapa 4, quando obteve 9,51% dos votos válidos. Na ocasião, usou como bandeira de gestão o "resgate às prerrogativas de toda a advocacia fluminense". Em matéria publicada no site da Seccional, Roque Z, ressaltou a importância das eleições da classe e o comparecimento em peso dos advogados no pleito.

Nunes lidera a pesquisa para prefeitura de São Paulo 

Se um eventual segundo turno na corrida pela Prefeitura de São Paulo entre Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL) ocorresse hoje, o atual prefeito ganharia do deputado federal com 13 pontos de vantagem, aponta a pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira (8/8).


No cenário atual entre os dois candidatos, Nunes tem 49% das intenções de voto, ante 36% de Boulos. O resultado é praticamente igual ao aferido um mês atrás, quando a pesquisa mostrou, para o mesmo cenário, 48% para o atual prefeito e 38% para o deputado. Brancos e nulos passaram de 12% em julho, para 13% em agosto. Os mesmos 2% não sabem ou não responderam nos dois levantamentos.

Petrobras revela prejuízo de R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre de 2024

De acordo com a matéria divulgado pela Agência Brasil na sexta-feira (9/7), o principal fator, foi a adesão ao edital de contencioso tributário em junho, que permitiu o encerramento de disputas judiciais envolvendo afretamentos de embarcações e plataformas, proporcionando previsibilidade e evitando custos financeiros.

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, explicou que os resultados operacionais foram sólidos, dentro do esperado, e que o acordo tributário trouxe vantagens tanto para a empresa quanto para a União. A preesidente também mencionou a volatilidade cambial no período, que, apesar de afetar a contabilidade, não impactou o caixa ou o patrimônio da companhia.

Apesar da redução da dívida financeira, acionistas liga o alerta

A Petrobras registrou uma forte geração de caixa, com um Fluxo de Caixa Operacional (FCO) de R$ 47,2 bilhões, superando o trimestre anterior. A dívida bruta da empresa caiu 3,6%, atingindo US$ 59,6 bilhões, enquanto a dívida financeira foi reduzida para US$ 26,3 bilhões, o menor nível desde 2008.

Mesmo com o prejuízo, a Petrobras continuará pagando dividendos, conforme sua política atrelada ao fluxo de caixa operacional. A companhia investiu US$ 3,4 bilhões no trimestre, focando em grandes projetos do pré-sal. Nos primeiros seis meses do ano, os investimentos totalizaram US$ 6,4 bilhões, um aumento de 12,5% em relação ao ano anterior. A receita líquida da Petrobras cresceu 4% em relação ao trimestre anterior, impulsionada por um aumento de 10% nas exportações de petróleo.

Criptos: Moeda digital se destacam em Wall Street

O preço do bitcoin subiu na sexta-feira, à medida que as criptomoedas se recuperaram de uma liquidação no início da semana motivada pelos receios sobre uma recessão nos Estados Unidos. Na sessão, a moeda digital devolveu parte do ímpeto durante a tarde, após chegar a tocar US$ 62.000 por um breve momento, mas conseguiu manter um leve ganho.

O bitcoin subia 0,98%, a US$ 60.214,88, nas últimas 24 horas até perto das 15h55 (de Brasília), segundo a Binance. A ethereum ganhava 0,36%, a US$ 2.591,38 no mesmo intervalo. O maior e mais antigo token tocou a máxima de US$ 62.673.76 no intervalo de 24 horas, segundo a Binance.

O token de grande capitalização continua confundindo alguns investidores, embora seus
movimentos nesta semana tenham ecoado as oscilações do mercado de ações de Wall Street. 
Na segunda-feira, a forte liquidação de ações em Nova York contaminou o segmento de moedas digitais. Mas o S&P 500 teve, na quinta-feira, seu melhor desempenho em um único dia
desde 2022, liderado por ações de tecnologia, e os mercados asiáticos, incluindo o Nikkei
do Japão, fecharam em alta. Esses vetores impulsionaram as criptomoedas.

Ucrânia resiste a invasão da Rússia, e responde com ataques a Moscou

Três dias após o ataque das forças ucranianas na região de Kursk, na Rússia o presidente da Ucrania, Volodymyr Zelensky, disse que Moscou deve "estar sentindo" as consequências da invasão ao país vizinho.

"A Rússia trouxe a guerra para a nossa terra, e deveria sentir o que isso fez", declarou Zelensky em discurso na noite de quinta-feira (8/8), sem se referir diretamente à ofensiva ucraniana.

"Os ucranianos sabem como atingir seus objetivos. E não escolhemos atingir nossos objetivos na guerra", acrescentou.

A Rússia afirma que pelo menos mil soldados ucranianos entraram em seu território com tanques e veículos blindados na terça-feira (6/8), no que parece ser um dos maiores ataques em solo russo desde o início da guerra.

Campeã Olímpica medalha de ouro, Rebeca Andrade está sem namorado

A ginasta Rebeca Andrade colocou fim no seu relacionamento de quase dois anos com o fisiculturista Luiz Cleiton, ainda na fase preparatória para os Jogos Olímpicos. O fim da relação, que iniciou em 2022, teve poucas exposições nas redes sociais, embora atletas da ginastica, já tinham conhecimento do namoro. O desenlace ocorreu em fevereiro deste ano.

Após o término do namoro, ela aproveitou para curtir os desfiles da Série Ouro, na Sapucaí, na companhia das amigas mais próximas, Flavia Saraiva, Lorrane Oliveira, e Alvaro Margutti, que é fisioterapeuta da seleção de ginástica artística.

Pré-determinada

No auge da carreira, Rebeca se tornou o centro das atenções nas Olímpiadas de Paris. E fechou a sua participação com mais uma conquista notável. Ao vencer a prova de solo, a ginasta brasileira alcançou a marca histórica de seis medalhas olímpicas, tornando-se a maior medalhista do Brasil em Olimpíadas.

A ginasta tem sete irmão, é filha de Dona Rosa e Ricardo Andrade. Muito jovem saiu de casa com apenas 9 anos para se dedicar à carreira na ginástica. Nascida na cidade de Guarulhos, localizada no Estado de São Paulo. Rebeca ela tem quatro irmãos mais velhos. Com dificuldades, a mãe precisou criar seus filhos sozinha, já que o marido foi embora e não era presente.

Imagem:Arquivo

ROBERTO MONTEIRO PINHO - Jornalista, escritor, CEO em Jornalismo Investigativo, Ambientalista, Presidente da Associação Nacional e Internacional de Imprensa – ANI, Associação Emancipacionista da Região da Barra da Tijuca – AEBAT e Clube dos Jornalistas do Brasil CJB. Membro da ALB - Federação das Academias de Letras do Brasil, Técnico em Arbitragem. (Lei 9307/1996). Ex - Dirigente da Central Geral dos Trabalhadores – CGT, Observador para Assuntos sobre Liberdade de Imprensa no Parlamento Europeu e Direitos Humanos na ONU. Editor Executivo da Revista PeopleNews Brasil-USA, ANIBRPress.com, STANDERNews.com, Jornal TribunaToday.com. Titular de Portais, sites, titular de blog de notícias Nacionais e Internacionais, blog Análise & Política. Repórter Correspondente de Guerra. Autor da obra: Justiça Trabalhista do Brasil (Edit. Topbooks), e dos livros e-book: “Os inimigos do Poder”, ”Mr. Trump na visão de um jornalista brasileiro”, “Quando ouço uma Canção” e “Manual da Emancipação”.